Nas vielas junto ao Templo da Travessa da Corda tem lugar um mercado de rua, uma feira da ladra como nós, portugueses, costumamos chamar, ou um mercado da pulga, como é mais conhecido por toda a parte por causa do famoso marché aux puces de Paris, onde se começaram por vender roupas que tinham, ao que consta, pequenos brindes saltitantes.
Este tipo de mercado que existe em todas as cidades do mundo não é mais do que um bazar ao ar livre onde se vendem objectos em segunda mão. O de Lin Kai é muito popular, podendo ser visitado todos os dias, mas ao fim-de-semana há, para além dos adelos, muitas pessoas que se tentam desfazer do recheio dos baús e das gavetas lá de casa, do que já não usam ou ganhando uns cobres que precisam com o que tem algum valor, e também é ao fim-de-semana que se encontram mais curiosos e quem procura velharias.
Aqui pode-se achar de tudo um pouco: roupas, calçado, brinquedos, móveis e utilidades domésticas, electrodomésticos, relógios, telemóveis, livros, discos, filmes. Mas, também, velharias, para muitas das quais é preciso ter paciência e coragem para vasculhar dentro dos armazéns repletos de objectos (às vezes, empilhados até ao tecto) e de pó, muito pó, e onde apostamos não ser possível guardar mais nada.
Aqui pode-se achar de tudo um pouco: roupas, calçado, brinquedos, móveis e utilidades domésticas, electrodomésticos, relógios, telemóveis, livros, discos, filmes. Mas, também, velharias, para muitas das quais é preciso ter paciência e coragem para vasculhar dentro dos armazéns repletos de objectos (às vezes, empilhados até ao tecto) e de pó, muito pó, e onde apostamos não ser possível guardar mais nada.
E há cerâmica chinesa, artesanato, aguarelas, jóias em jade e bijuteria em pedra-sabão (ou lá o que é que imita jade). Os chineses gostam muito de jade, pedra que, sendo cara, é símbolo de estatuto social, mas também se crê ter poderes místicos que afastam más energias e dão saúde. Por isso, há à venda por particulares tanto jade sobre os panos que estendem no chão, em forma de colares, pulseiras (de bolinhas) e o vulgar círculo e imagem de Buda (que se usam presos por um fio de seda, encarnado, ou fio de ouro).
Os adelos estão sempre animados; chamam-nos, mostrando o que julgam que procuramos, falam e riem uns com os outros, jogam majhong ou às cartas, tomam as suas refeições, ali mesmo, em esplanadas improvisadas, correm para as suas tendinhas quando aparece alguém a espreitar o que têm para vender e pedem para tirar fotografias connosco, convidam-nos para um chá …
Este mercado é estupendo para coleccionadores de selos, notas e moedas, cartazes publicitários antigos, rótulos de panchões, pivetes e de bebidas (de fábricas que já não existem em Macau), fotografias e postais, bules, caixas de chá…

































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